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Você já ouviu falar em Programação Neurolinguística?

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Você já ouviu falar em Programação Neurolinguística?

A Programação Neurolinguística teve origem na Califórnia nos anos setenta a partir do trabalho do professor de linguística Jonh Grinder e do seu estagiário Richard Bandler. A PNL nasceu no mesmo momento e lugar do Coaching: Instituto Esalem – Califórnia.

Grinder e Bandler começaram a estudar o comportamento de terapeutas de renome que eram conhecidos pelos resultados extraordinários que alcançavam em suas áreas, nascia o conceito de metamodelo.

Segundo Joseph OConnor e Jonh Seymour em Introdução a Programação Neurolinguística,  PNL é a arte e a ciência da excelência, derivado do estudo de como as pessoas altamente qualificadas em vários campos obtém resultados excepcionais.

A PNL é o estudo da estrutura da experiência subjetiva que estuda os padrões criados pela interação entre o cérebro e a linguagem. Ou seja, é o estudo que como o cérebro e a mente funcionam.

Grinder e Bandler começaram a estudar como eram geridos os processos de três grandes terapeutas da época: Fritz Perls, pai da Gestalt Terapia, Virgínia Satir, uma grande terapeuta familiar, Gregory Bateson, grande pensador sistêmico e epistemólogo da comunicação, que incorreu também pela psiquiatria, psicologia, sociologia, lingüística, ecologia e cibernética e, em um segundo momento, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna.

Os dois autores fizeram uma espécie de compêndio de diversas disciplinas intelectuais e as organizaram, dando a essa nova metodologia, o nome de Programação Neurolinguística – PNL.

De forma objetiva, a expressão Programação Neurolinguística compreende 3 ideias simples: Neuro, que seriam os processos neurológicos pelos quais captamos as informações que nos chegam do mundo; a linguística, que indica como ordenamos nossos pensamentos e comportamentos, além de como nos comunicamos com o mundo e a programação, que se refere a como orquestramos nossas ideias e ações para atingir um determinado resultado.

Assim como nos processos de Coaching, a PNL traz entre seus pressupostos o fato de que o mapa não é o território. Essa ideia criada por Alfred Korzybski, em 1931, implica afirmar que vivemos em nossa própria realidade que é construída com base em como captamos as informações do mundo.

Partindo deste pressuposto, ressignificamos nosso papel no mundo. Afinal, se o mapa não é o território, e sim uma mera representação do território, o mundo existe da forma que representamos. Ou seja, se eu quero mudar o mundo, basta eu mudar a minha representação do mesmo. Assim como o princípio 10/90, que afirma que 10% representa aquilo que nos acontece e 90% representa aquilo que fazemos com o que nos acontece.

Ao confrontar a PNL com o Coaching, nos deparamos com dois estudos de processos. Bandler, que também era programador de sistemas, sabia que para programar um computador você deve quebrar o comportamento em partes e prover o sistema com sinais claros e não ambíguos. Assim, ao assistirem horas e horas de vídeos dos terapeutas supracitados, Bandler e Grinder iniciaram uma decodificação dos padrões de linguagem e comportamento criando o primeiro modelo de PNL. O processo de Coaching segue pela mesma estrada, a quebra de comportamento por meio da decodificação de padrões de linguagem e comportamento.

Enquanto o processo de Coaching nos fornece uma estrutura que permite um processo com começo, meio e fim. A PNL nos fornece uma gama de habilidades e ferramentas extremamente úteis para a promoção de um processo de Coaching.

Confira o vídeo sobre a PNL

 

 

 

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